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ASSERS participa do 2º Encontro de Coordenadores Pedagógicos

postado em 27 de abr de 2012 09:30 por Assers Digital   [ 27 de abr de 2012 09:54 atualizado‎(s)‎ ]
Prof. Yolanda no Encontro
O evento foi promovido pelo SINEPE/RS, na PUCRS, dia 24 de abril, e contou com a participação da Prof. Yolanda Morel. Com objetivo de refletir sobre o cenário e as perspectivas do Ensino Médio e da Educação Profissional Técnica de Nível Médio no Brasil e nas escolas privadas do RS, levando em consideração as diretrizes curriculares nacionais e estaduais.

No Encontro falaram Francisco Aparecido Cordão, Especialista em Educação, Filósofo e Pedagogo, com pós-graduação em Sociologia da Educação e Presidente da Câmara da Educação Básica do Conselho Nacional de Educação. Também participaram representantes do Conselho Estadual de Educação do RS e da Secretaria Estadual de Educação do RS.

Francisco Cordão aposta na integração entre disciplinas e na flexibilização dos currículos de escolas públicas e particulares para tornar o Ensino Médio mais atraente aos alunos. O jornal Zero Hora publicou entrevista onde ele fala sobre o conteúdo de sua participação no evento:
Zero Hora – Que vantagens esse novo modelo tem em relação ao aplicado hoje nas escolas?
Francisco Cordão – As escolas têm uma grande evasão no Ensino Médio porque não estão atendendo às expectativas dos alunos. O Ensino Médio tem de ser contextualizado às necessidades e à realidade da vida dos estudantes. Precisa ser interdisciplinar, o conhecimento hoje é entendido de maneira global.

ZH – Críticos dizem que a meta desse tipo de ensino é preparar o aluno para o mercado de trabalho, sem observar aspectos humanos da educação...
Cordão – É exatamente o contrário. A proposta é de um ensino global, trabalhando em conjunto trabalho, cultura, ciência e tecnologia. O estudante não pode sentir que o conhecimento está descolado da vida dele.

ZH – Para implementar esse tipo de programa, os professores precisam formação específica?
Cordão – A escola tem de dar condições para que seus professores frequentem cursos e seminários, participem de debates e tenham acesso a novas metodologias.

ZH – A estrutura física das escolas também precisa ser adaptada a esse tipo de programa?
Cordão – O essencial não é a mudança da estrutura física, mas a mudança na cabeça das pessoas.



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