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Convite aos associados da ASSERS para participar de eventos do Dia das Mães

postado em 9 de mai de 2017 11:08 por Assers Digital   [ 9 de mai de 2017 11:11 atualizado‎(s)‎ ]

A Uninter convida os associados da ASSERS para participar dos eventos do Dia das Mães, no dia 12 de maio de 2017, na Rua Jerônimo Coelho, n° 394, Centro de Porto Alegre. Haverá oficinas, palestras e workshops.

Abaixo os convites contendo a programação do dia.

Solicitamos que o interessado envie seu nome, telefone e eventos que deseja participar para o e-mail debora@ceducs.com.br.

Dias das Mães 2

Dia das Mães 1

Carta aberta do FESED em oposição à Reforma da Previdência

postado em 10 de fev de 2017 12:07 por Assers Digital

Carta aberta do FESED - Fórum das Entidades Representativas dos Especialistas de Educação, em oposição à Reforma da Previdência - PEC 287/2016 (leia abaixo ou veja a carta clicando na imagem ao lado).

Carta-AbertaFESED-ReformaPrevidencia
O FESED, composto pelas Entidades abaixo relacionadas, tendo em vista o envio pelo Governo Federal da PEC 287/2016, que trata da Reforma da Previdência Social, manifesta sua posição sobre o tema:

- Não aceita que se jogue sobre os ombros da classe trabalhadora o ônus de cobrir eventuais problemas de fluxo de caixa causados por má gestão ou corrupção de governantes e/ou dirigentes de empresas públicas;

- Não concorda com a existência de um suposto “rombo” nos Sistemas de Previdência Social, pois estudos que desconsideram despesas assistenciais e contemplam todos os mecanismos de financiamento previstos na Constituição Federal demonstram, sem sombra de dúvida, que os sistemas são superavitários;

- Não se curva a nenhuma tentativa de retirar ou restringir direitos históricos dos trabalhadores;

- Não admite, em hipótese alguma, o fim da Aposentadoria Especial do Magistério;

- Exige a retirada da obrigatoriedade de trabalho até os 65 anos, idade que supera, inclusive, a expectativa de vida em inúmeras regiões do país;

- Repudia a equiparação de idade entre mulheres e homens, pois essa medida desconsidera as múltiplas jornadas desempenhadas pelas mulheres na sociedade de hoje;

- Luta contra o fim da integralidade dos proventos, através da limitação ao teto do INSS;

- Batalha pela manutenção da paridade histórica entre ativos e aposentados no Serviço Público;

- Considera absurda a proposta de 49 anos de contribuição para obtenção de proventos no valor do teto do INSS, que levaria a concessão de aposentadorias integrais apenas acima da expectativa média de vida no país;

- Classifica como desprovida de qualquer fundamento lógico ou científico a definição de 45 ou 50 anos como limite de idade para mulheres e homens fazerem jus ao regime de transição;

- Em razão dos motivos acima expostos, as Entidades abaixo arroladas consideram a PEC 287/2016 uma proposta injusta que ameaça diretamente direitos históricos dos trabalhadores, em geral, e dos Profissionais de Educação, em particular, e se posicionam contrárias à sua aprovação, declarando-se em alerta total e mobilização articulada em todas as instâncias onde possam contribuir para barrar a reforma.

ESTAMOS TODOS EM LUTA ABERTA CONTRA A PEC 287/2016!
FESED
Fesed- Entidades

Novo convênio para associados

postado em 27 de jan de 2017 05:32 por Assers Digital   [ 27 de jan de 2017 05:44 atualizado‎(s)‎ ]

Consultório de Psicologia – Psicóloga Flórence Diedrich. Especialista em Psicologia Clínica e Terapia de Casal.
Desconto de 30% para conveniados ASSERS.
Rua Açores 57, Sala 201 - Passo D ́areia - Porto Alegre - Tel 98553-8804.
www.psicologaflorence.com.br

 
Psicologa-Florence-Diedrich

A Síndrome do Pequeno Poder

postado em 11 de jan de 2017 11:19 por Assers Digital

Assers
Artigo enviado pela Psicóloga
Rosângela Martins,
conveniada a ASSERS para atendimento aos associados.


A Síndrome do Pequeno Poder

A palavra poder se origina do latim "possum" cujo significado é “ser capaz de”.
O poder é essencial ao ser humano. Através do poder, do sentimento de capacidade, que a vida evolui.
É bem-vindo o poder do homem de vencer obstáculos, criar, buscar novos conhecimentos e usá-lo para evolução.
Através do poder humano que podemos fazer um mundo melhor.
O problema do poder é na verdade outro. Ele reside na forma como é utilizado.
A potencialidade humana pode ser usada para a construção ou para o desmoronamento.
O que vai determinar a forma como o poder será usado é o caráter da pessoa.
Muitos homens de poder podem usar seus recursos para a ciência, para inovação, se tornando trabalhadores competentes, contribuindo muito para a sociedade.
Porém, quando o caráter da pessoa apresenta problemas, ou seja, não é saudável, o uso do poder acaba tomando o rumo muito mais da satisfação individual do que do bem coletivo.
Especificamente desejo falar sobre a Síndrome do Pequeno Poder ou ainda chamada de Síndrome do Porteiro que caracteriza-se pelo uso impróprio de um poder. Este poder neste caso é usado de forma abusiva, imperativa desconsiderando o contexto e os transtornos que isto ocasiona ao bom funcionamento de uma engrenagem. Baseia-se em processos de domínio e exploração nas relações interpessoais.
Este comportamento pode surgir em diferentes campos: social, política, cultural, econômica etc.
Pode ser gerador de problemas sérios nas relações entre homens e mulheres, entre pais e filhos e nas organizações de trabalho.
Por exemplo, a cozinheira que retém o alimento, por que se sente dona da cozinha, sem considerar a necessidade de uma situação.
O segurança que complica o acesso de algumas pessoas em um prédio a fim de mostrar como sua função é importante.
O excesso de poder dos pais sobre os filhos. Do homem com a mulher ou vice versa.
A funcionária da limpeza que determina de acordo com seu interesse a ordem com que vai realizar seu trabalho, sem considerar a organização das tarefas de um escritório.
Estas pessoas tem uma visão focada e restrita da situação. Entendem que desta forma estão se desempenhando bem, mas por traz disto estão muitos outros interesses latentes.
Atrás da síndrome do pequeno poder existe uma pessoa que apresenta normalmente uma baixa autoestima que tenta ser compensada. Exerce sua função de forma imperativa, como se desta forma pudesse mostrar aos outros e a si que é capaz.
Existe também uma dificuldade de reconhecimento dos limites. Seu desejo impera sobre o desejo do outro de forma mascarada, quero dizer, tentando ser justificada pelo desempenho de uma função.
Há uma dificuldade quanto à percepção do outro e do meio.
Questões de vaidade também estão presentes. Há um desejo que sua posição seja reconhecida, muito mais sobre uma aparência do que verdadeiramente baseada na eficiência.
As pessoas que são afetadas pela síndrome do pequeno poder são muito prejudicadas uma vez que esta postura atrapalha a evolução saudável de um processo.
A competitividade pode também estar em jogo nestes casos. Como um funcionário que quer mostrar que seu trabalho é mais importante que outro retendo privilégios.
O bom desempenho de um poder seja ele qual for esta calcada no conhecimento e na capacidade de exercê-lo considerando o contexto..
Vale lembrar a diferença entre autoritarismo e autoridade.
O autoritarismo privilegia o poder sobre o outro a fim de impor e dominar.
A autoridade tem quem tem a razão e o conhecimento e por si só reconhece e respeita as leis que lhe circundam.

Leia outros texto no site: www.rosangelapsicologa.com.br


Rosângela Martins
Psicóloga CRP 07/05917
Pós-Graduação: Especialização em Psicologia Clínica
Avaliação Psicológica e Atendimento Psicoterapêutico a Adolescente e Adulto
Consultório: Gen. Andrade Neves, 155/conj. 63.
Fone: (51) 3225-1171 / 8337- 4242

Nota de falecimento

postado em 10 de jan de 2017 11:29 por Assers Digital   [ 10 de jan de 2017 11:30 atualizado‎(s)‎ ]

Informamos com pesar o falecimento da associada Edia Milbradt Rosa em 26 de dezembro de 2016.

Nos solidarizamos à família!

Assers

A resposta emocional à doença

postado em 4 de dez de 2016 13:24 por Evandro M

Assers
Artigo enviado pela Psicóloga
Rosângela Martins,
conveniada a ASSERS para atendimento aos associados.


    A resposta emocional à doença

A personalidade preexistente da pessoa é que determinara o efeito psicológico de uma doença.
Quando alguém é acometido por uma doença ou uma incapacidade física é normal à manifestação de certo grau de ansiedade e depressão, que aos poucos vai se adequando a uma preocupação mais proporcional ao grau de comprometimento.

Dependendo do estado de saúde da pessoa e da severidade do quadro, a resposta emocional depressiva pode ser mais profunda. Uma doença incapacitante ataca à imagem corporal, à autoestima e ao sentimento de identidade.
Em alguns casos um estado depressivo pode se manifestar de forma mais prolongada e levar a uma excessiva preocupação quanto à manifestação de outras doenças.
Alguns podem apresentar uma negação ao quadro patológico ficando ansiosos e inquietos desrespeitando as orientações medicas. Esta reação pode ser muito prejudicial uma vez que os cuidados necessários para amenizar a doença não são considerados.

Podem ainda desenvolver medos incapacitantes desencadeados por um alto grau de insegurança e instabilidade que a condição de doença causou. Podendo também apresentar sentimentos de despersonalização e temor de uma desorganização regressiva.

Para alguns o trauma da doença e a incapacidade, leva a pessoa a retirar seus interesses das relações com o mundo e a manterem centrados em si. A doença intensificará sua fixação narcísica. Esta reação acontece por que a pessoa doente procura desta forma proteger-se contra um mal maior. É uma reação defensiva, como se cercasse a doença.
A doença ganhará um significado simbólico particular que estará de acordo com a historia pregressa da pessoa, sua forma de ver e viver a vida. Para alguns a doença vem como um castigo, outros como perseguição, outros como uma prova etc.

De qualquer forma cada um terá que estabelecer uma nova organização emocional frente às modificações de vida que a doença causou. Sua relação consigo e com o mundo serão alteradas.

Dependendo do grau de incapacitação da doença, maior será o desafio. A resposta à doença e o tempo necessário de cada um, até que se estabeleça uma nova adaptação, será variável.

Aqueles que não se conectam com a vulnerabilidade da vida, não refletem sobre a condição frágil do ser humano, estarão menos preparados, pois estarão muito distante a realidade, as múltiplas condições a que estamos suscetíveis. Sua posição onipotente frente à vida será atacada pela realidade e a ferida emocional será maior.

Muitas vezes a pessoa precisará não só de tratamento para os problemas clínicos da doença, mas também para as alterações e comprometimentos dos aspectos emocionais desencadeados.

Indicação de Filme
Nome: Antes de Partir
Direção: Rob Reiner
Gênero: Comédia, drama
Ano: 2008    País: EUA


Leia outros texto no site: www.rosangelapsicologa.com.br
ou curta no face psicologiaclinicaportoalegre


Rosângela Martins
Psicóloga CRP 07/05917
Pós-Graduação: Especialização em Psicologia Clínica
Avaliação Psicológica e Atendimento Psicoterapêutico a Adolescente e Adulto
Consultório: Gen. Andrade Neves, 155/conj. 63.
Fone: (51) 3225-1171 / 8337- 4242

Obra inédita de Mario Arnaud Sampaio na Feira do Livro

postado em 7 de nov de 2016 06:16 por Evandro M   [ 7 de nov de 2016 06:28 atualizado‎(s)‎ ]

Portugues_Guarani
Neste dia 5 de novembro Zélia Dendena Arnaud Sampaio esteve na Feira do Livro de Porto Alegre autografando o livro de Mario Arnaud Sampaio (in memorian) Vocabulário Português-Guarani, publicado pela Martins Livreiro.

Zélia foi homenageada pela ASSERS no último Encontro Estadual de Supervisores Educacionais.

Sabia que erva-mate é uma variação de uma palavra indígena? E que a palavra cacique não é indígena, mas árabe? Em uma tribo, quem comanda é chamado de tuxaua. Todas essas expressões fazem parte da miscigenação do brasileiro e são vocábulos da língua atual. Para que essas palavras e a língua oral não se perdessem, a obra de Mario Arnaud Sampaio foi compilada. Os responsáveis pela curadoria do material foram o professor da Édison Hüttner, coordenador do núcleo de Estudos em Cultura Afro-Brasileira e Indígena da PUCRS, Zélia Dendena e Raul Selva com colaboradores, entre eles Eder Abreu Hüttner e Marcia de Fátima Guedes.

"A obra de Sampaio, em folhas datilografadas (500 páginas) foram confiadas a nós por Zelia Dendena Arnaud Sampaio em 2005, por ocasião do Iº Fórum Internacional – Povos Indígenas: Terra, um lugar para viver ocorrido na PUCRS. De pois 11 anos de trabalho celebramos nosso objetivo: trazer ao público seus escritos e sua voz. O trabalho pautou-se pela manutenção fiel e valorização de suas palavras”. (Dr. Édison Hüttner – Coordenador no Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena da PUCRS).

“Atualmente, vem crescendo de importância a obra do escritor, porque ganha espaço a ideia de que se leve às escolas também o conhecimento da língua indígena. E, em sua missão Mario Arnaud Sampaio é uma referência nacional expressiva”. Avelino Alexandre Collet (Academia Rio-Grandense de Letras).

o Vocabulário Português-Guarani faz coleção com o Guarani-Português. O guarani, em sua origem, era uma língua ágrafa, ou seja, com palavras somente pronunciadas. “A obra se torna muito relevante porque é original e mantém os estudos de Sampaio”, enfatiza Hüttner.

As obras juntas possuem mais de 48 mil vocábulos e 500 páginas que intercalam significados, expressões e explicações. “No material original, para cada verbete havia um parágrafo de explicação. Não somente o significado básico, mas também os sons da palavra, imagens, enfim uma ficha completa”, relata Selva sobre o cuidado de Sampaio para com o tema. Ele conta que qualquer dicionário oral está mudando constante, pela influência dos avanços tecnológicos. Assim, é importante que uma obra contenha todos esses radicais de pronúncia como o Vocabulário Português-Guarani.

“O vocabulário estava todo datilografado em um bloco de papel. Tivemos que passar para o computador, revisar e conferir. Todos trabalhamos como voluntários”, conta Hüttner. Além de manter a cultura viva, a ideia é homenagear o autor que tanto estudou sobre a temática. Mais de 200 reuniões foram realizadas entre os organizadores somente para a revisão do português.

Édison Hüttner (E), Zélia Dendena e Raul Selva
Eles ainda levaram as palavras em uma aldeia indígena com professores, além de verificar outros vocabulários na internet. “Mesmo com nossa curadoria, tentamos manter o que o autor disse, não é uma obra acrescida”, enfatiza Hüttner. Ele conta que os textos de Sampaio circulavam em jornais nas décadas de 1940 e 1950. Isso fez com que o autor fosse considerado referência na área. Sampaio traduziu os vocábulos do espanhol para o português com as histórias locais na fronteira.

No Brasil são mais de 7 mil falantes. O Sul permanece com o original guarani. Mas regiões como São Paulo adquiriram transformações com o tupi-guarani. “Um exemplo conhecido é o nome de Cumbica para o aeroporto em São Paulo. Em indígena quer dizer neblina, pois a região tem essa característica. Se não houvesse estudos da língua, não se saberiam coisas básicas da região”, explica Selva.

O Vocabulário pretende ser um material de apoio para professores, alunos e escolas com o objetivo de disseminar a cultura indígena entre a população e até mesmo na literatura. “É uma obrigatoriedade do Estado, mas, por falta de material, não é ensinado aos estudantes”, ressalta Selva. A obra será distribuída gratuitamente e pode ir além do ensino da língua guarani. “Até mesmo a revisão de conceitos ambientais, do significado de nomes de plantas e raízes, pois quase todas têm uma origem indígena”, exemplifica.

Para os organizadores, pouco se conhece dos indígenas guaranis. “Qual era a principal fonte de leitura deles, que biblioteca tinham, liam as plantas das árvores, os chás?”, questiona Hüttner. O livro quer trazer uma possibilidade de conhecimento para todas as áreas de estudo, como idiomas, humanas e ciências. “Hoje em dia, para ensinar a língua teríamos que trazer alguém da aldeia”, enfatiza Selva. 

Na imagem, Édison Hüttner (E), Zélia Dendena e Raul Selva


Um pouco sobre Sampaio

O indigenista Mario Arnaud Sampaio dedicou sua vida à defesa do índio e de seus direitos. Nasceu em Barreiras (Bahia), em 1902. Chegou ao RS em 1924, onde criou raízes e tornou-se “gaúcho por opção”. O contato com o Posto de Nacionalização Indígena, em Cacique Doble, e o Posto Indígena de Inhucorá fizeram com que aprofundasse seus conhecimentos sobre o linguajar guarani.

Foi poliglota, autodidata e tradutor. Falava, além do guarani, espanhol, francês, italiano e esperanto. É uma das referências sobre o estudo do idioma. Fez mais de 300 palestras sobre a cultura indígena em escolas e instituições sociais. Hoje sua obra é a principal memória sobre a língua.


Seminário sobre a MP do Ensino Médio

postado em 1 de nov de 2016 13:18 por Assers Digital

Salão de Atos da UFRGS
4 de novembro - 8h às 18h.

Programação:
Seminario-MP-Ensino-Medio

Nota de falecimento

postado em 27 de out de 2016 13:18 por Assers Digital

Comunicamos o falecimento de Iris do Espírito Santo Abrahão, nossa associada, tendo sido vice-presidente da entidade.

Nossos sentimentos e apoio aos familiares.

Assers

Evento online gratuito sobre uso de tecnologias digitais

postado em 13 de out de 2016 07:51 por Assers Digital

A Intel e o Instituto Paramitas convidam para o seminário online "Redes de aprendência e inovação no uso de tecnologias digitais", ministrado pela Profa. Silvia Fichmann.
Gratuito para Educadores.
Dia 18 de outubro, às 16h.

Para fazer a inscrição clique no link: https://goo.gl/forms/7U0b6csSzmv6pmGw1


Webinar gratuito

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