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    Postado em 27 de set de 2016 07:24 por Assers Digital
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    Postado em 7 de set de 2015 11:41 por Assers Digital
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    Postado em 7 de set de 2015 11:40 por Assers Digital
  • Decreto N.º 51.766, Aposentadoria Especial DECRETO N.º 51.766, DE 28 DE AGOSTO DE 2014. (Acesse aqui em pdf) Dispõe sobre a definição e a unificação de conceitos sobre as funções de magistério exercidas ...
    Postado em 7 de set de 2015 11:39 por Assers Digital
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    Postado em 22 de jul de 2014 06:08 por Assers Digital
  • Cartilha pela Aposentadoria para Especialistas em Educação Foi concretizada a criação de uma cartilha sobre a luta pela aposentadoria especial também para os especialistas de educação. Esta cartilha esclarecedora será distribuída pelo correio. Ao receberem, por gentileza ...
    Postado em 2 de jun de 2014 10:22 por Assers Digital
  • Lei 13.990 de 15 de maio de 2012 - sobre a gestão democrática nas escolas Veja a integra da Lei abaixo, ou em arquivo 'PDF' clicando aqui.   ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI N.º 13.990, DE ...
    Postado em 23 de out de 2012 06:00 por Assers Digital
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    Postado em 12 de mai de 2011 12:39 por Assers Digital
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    Postado em 9 de mai de 2011 14:30 por Assers Digital
  • Esclarecimento sobre a aposentadoria especial dos profissionais do magistério Pela Dra. Patrícia Collat Bento Feijó, Advogada da ASSERS clique aqui
    Postado em 9 de mai de 2011 14:28 por Assers Digital
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    Postado em 9 de mai de 2011 14:24 por Assers Digital
  • Piso Salarial dos Professores Aprovada no Congresso Nacional a Lei Federal que institui o Piso Salarial dos Professores(Clique para ler)
    Postado em 9 de mai de 2011 14:22 por Assers Digital
  • Plano de Carreira e Supervisão Educacional Palestra da Dra. Patrícia Feijó(clique para abrir)
    Postado em 9 de mai de 2011 14:18 por Assers Digital
  • Fórum Nacional de Especialistas em Educação    II Carta de Brasília   Fórum Nacional de Associações e Sindicatos de Especialistas em Educação Brasília, 13 de agosto de 2006PROFISSIONALIZAÇÃO DOS QUADROS DA EDUCAÇÃO COMOCONDIÇÃO PARA O EXERCÍCIO ...
    Postado em 9 de mai de 2011 14:38 por Assers Digital
  • A luta da ASSERS pela aposentadoria dos Supervisores Clique aqui para ver diversas e informações e "capítulos" desta luta.
    Postado em 9 de mai de 2011 14:14 por Assers Digital
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    Postado em 9 de mai de 2011 14:10 por Assers Digital
  • Férias do Supervisor ORIENTAÇÕES DO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOSDA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO RS (02/12/2004)Clique para abrir
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    Postado em 9 de mai de 2011 13:52 por Assers Digital
  • Acordo Mercosul    ACORDO MERCOSUL   Ofício Circular n° 152/2005- MEC/SESu/GAB DECRETO Nº 5.518, de 23 de agosto de 2005
    Postado em 9 de mai de 2011 13:49 por Assers Digital
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Ponto de corte para matrícula (idade escolar)

postado em 27 de set de 2016 07:20 por Assers Digital   [ 27 de set de 2016 07:24 atualizado‎(s)‎ ]

A respeito das Resoluções CNE/CEB 1/2010 e 6/2010, que dispõem, entre outras coisas, sobre a data a ser considerada para fins de "ponto de corte", para matrícula no ensino fundamental e na pré-escola(educação infantil), INFORMAMOS que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, DETERMINOU o efeito SUSPENSIVO ao Recurso de Apelação, interposto pela União. Assim, a decisão do juiz federal da 8ª Vara Federal, de Cuiabá-MT, que declarava, incidentalmente, a inconstitucionalidade dos dispositivos que instituíam a data de 31 de março como parâmetro para implementação da idade escolar, está suspensa e, com isso, não será aplicada imediatamente, como determinou o magistrado.

Para concessão da suspensão, o desembargador relator fundamentou-se em precedente do Superior Tribunal de Justiça- STJ, que considerou constitucional a instituição de corte etário para a matrícula escolar. Em anexo, a decisão do TRF1, que concedeu o efeito suspensivo ao Apelo da União.

Diante da decisão de conceder efeito suspensivo à apelação, segue valendo o ponto de corte para as matrículas de 2017. Portanto, para matrícula na pré-escola e no ensino fundamental, no próximo ano letivo, o (a) aluno(a) deve completar 4, 5 e 6 anos, respectivamente, até 31 de março de 2017.

Caso sobrevenha decisão em sentido contrário, informo novamente. Acredito e tenho esperança que o bom senso continuará prevalecendo.


Patrícia Collat Bento Feijó
Professora, Especialista em Educação, e Advogada.


Projeto de Lei da Aposentadoria aos 25 anos

postado em 23 de out de 2015 08:44 por Assers Digital   [ 9 de nov de 2015 12:14 atualizado‎(s)‎ ]

Todos são sabedores do Projeto de Lei que tramita no Congresso a respeito da Aposentadoria aos 25 anos para os especialistas de educação.

O mesmo encontra-se parado, sem análise.

Solicitamos a todos os associados e amigos que enviem um e-mail para os deputados, solicitando e incitando-os a analisarem a matéria.

Conforme a recomendação do Senador Paim: "O projeto está na Câmara. Lamentavelmente, não temos como precisar data de votação. Por isso, é fundamental a mobilização da sociedade, enviando cartas, e-mails, faxes e telegramas à todas as lideranças da Câmara e ao Presidente daquela Casa pedindo a inclusão em pauta da proposta". Como o Senador sempre diz: "O Congresso Nacional se move com o rufar dos tambores das ruas".



Assers

CEEd manifesta-se contra PL169

postado em 7 de set de 2015 11:41 por Assers Digital

Manifestação do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul
sobre o Projeto de Lei nº 169/2015

O parlamento é um espaço institucional importante e legítimo de discussão dos temas da Educação. Este Conselho, no exercício das suas atribuições como “órgão fiscalizador, consultivo, deliberativo e normativo do Sistema Estadual de Ensino” no Rio Grande do Sul, vem se manifestar a respeito do PL 169/2015, da nobre deputada Regina Becker, que propõe modificações na Lei de Gestão Democrática do Ensino Público (Lei nº 10.576/95 alterada pela Lei nº13.990/2012).

  • A gestão democrática na rede pública de ensino é um processo dinâmico que exige aprimoramento, revitalização e avaliação constantes. Assim, a positivação dessa conquista, apesar dos momentos de recuo, tem obtido sucessivos avanços legais, desde a instituição da eleição por lista tríplice (Lei nº 8.025/1985 e Decreto estadual 32.002/1985), passando pela eleição direta do Diretor e Vice-Diretor (Lei 9.233/1991) e chegando à eleição por chapa (Lei nº13.990/2012), não apenas do Diretor, mas também do Vice-Diretor cuja eleição havia sido suprimida pela Lei nº10.576/1995.
  • As modificações introduzidas pela Lei nº 13.990/2012 não foram iniciativas episódicas, casuísticas ou desnecessárias. Seguiram uma tendência de avanço e revitalização do processo de gestão democrática e decorreram da necessidade de aprimorar os mecanismos de eleição de diretores diante de inequívocos e sintomáticos sinais de deterioração e estagnação, diagnosticados nos últimos anos. Dentre essas evidências estavam o personalismo, a ausência de alternância nas direções e a desmotivação do debate programático na gestão da escola pela inexistência de projetos político-pedagógicos nos momentos eleitorais.
  • O Projeto de Lei nº 169/2015, ao revogar as alterações propostas pela Lei nº13.990/2012, sem uma análise mais zelosa das razões que determinaram a elaboração e dos resultados alcançados com experiência de implementação dessa Lei, ainda em fase inicial, faz a roda da história girar ao contrário, limitando-se a propor o retorno de mecanismos já superados por oporem dificuldades ao desenvolvimento do processo participativo de gestão democrática nas escolas.
  • A volta da eleição direta uninominal apenas do Diretor, com a revogação da eleição por chapa (Artigo 7º), favorece o retorno ao personalismo em detrimento do programa de gestão coletiva da escola. Esse personalismo está consignado em vários dispositivos do Projeto, como nos artigos 7º e 15 que acabam com a eleição do Vice-Diretor transformando-o num preposto do Diretor. O fim da obrigatoriedade de apresentação de um programa de gestão para a escola é, por si só, um retrocesso que desqualifica o processo eleitoral na escola, sendo incompatível com um projeto de escola cidadã, que busca formar cidadãos autônomos, críticos e participativos.
  • O conceito de Equipe Diretiva (ED), embora mantido formalmente no Projeto (Artigo 6º), fica deveras enfraquecido. A ED deixa de ser propriamente uma equipe para se transformar numa espécie de “quadro de confiança do diretor”: o Vice-Diretor é politicamente fragilizado ao perder a condição de eleito numa chapa com identidade programática e compromissos de gestão referendados pelas urnas e o Coordenador Pedagógico deixa de ser parte integrante da ED (artigo 6º).
  • A volta do texto anterior à Lei nº 13.990/2012, que permitia reconduções sucessivas e infinitas no cargo de Diretor de escola (Artigo 9º), não apenas é um retrocesso em si, como também está em desacordo com o debate conjuntural nacional de acabar com o mecanismo da reeleição em todos os níveis. Os diretores com mais de duas gestões sucessivas em 2012 já desfrutaram do privilégio de concorrerem à recondução, concedido em caráter excepcional na última eleição. Permitir novas reconduções é dar sobrevida a esse mecanismo anti-democrático. Além disso, com o fim da eleição do Vice-Diretor, cria conforme o proposto no PL em análise condições para um mecanismo de falsa alternância no poder ou uma espécie “alternância dos mesmos”, ora como diretor eleito, ora como Vice indicado.
  • O Projeto, não somente retira a função executora dos Conselhos Escolares prevista na Lei nº 13.990/2012, mas também suprime a sua atribuição fiscalizadora nas questões pedagógicas que vige desde 1995 com a Lei nº 10.567, restringindo-a às questões de natureza administrativo-financeiras (Artigo 41). Ou seja: sobre a essência da missão institucional da escola, que é o ato pedagógico de ensinar e aprender, a comunidade fica impedida de exercer o seu direito de fiscalização por meio de sua instância mais importante, que é o Conselho Escolar.
  • Ao restringir competências do Conselho Escolar (CE), o Projeto de Lei nº 169/2015 não se coloca em sintonia com o entendimento deste Conselho, recentemente formalizado em Parecer (Parecer CEEd 545/2015), que reconhece o CE como “órgão máximo de decisão da escola com competência consultiva, deliberativa, fiscalizadora e executora nas questões pedagógicas, administrativas e financeiras”. Assim, o CE fiscaliza, delibera e se manifesta sobre os aspectos administrativos, financeiros e pedagógicos, de acordo com a proposta pedagógica e o Regimento Escolar, cuja implementação cabe aos respectivos responsáveis, sob a coordenação do diretor da escola, representante legal da instituição.
  • Pelas razões acima apresentadas, o Conselho Estadual de Educação (CEEd) manifesta-se contrariamente ao Projeto de Lei nº 169/2015 e solicita a suspensão da sua tramitação para a realização de um amplo debate na comunidade escolar.

                                                                    Porto Alegre, 02 de setembro de 2015.    

                                                                            Cecília Maria Martins Farias

                                                                                                      Presidente

Decreto Nº 52.397, Licença Prêmio

postado em 7 de set de 2015 11:40 por Assers Digital

DECRETO Nº 52.397, DE 12 DE JUNHO DE 2015.

(publicado no DOE n.º 111, de 15 de junho de 2015)


Regulamenta a fruição e a conversão em pecúnia da Licença-Prêmio de que tratam a Lei nº 9.075, de 22 de maio de 1990, a Lei n° 6.672, de 22 de abril de 1974, e as Leis Complementares n° 10.098, de 3 de fevereiro de 1994, n° 11.742, de 17 de janeiro de 2002,  ° 13.451, de 26 de abril de 2010, n° 13.452, de 26 de abril de 2010, e n° 13.453, de 26 de abril de 2010, bem como da Licença Especial de que trata a Lei Complementar n° 10.990, de 18 de agosto de 1997, no âmbito do Poder Executivo.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, e


considerando a existência de milhares de ações judiciais e de pedidos administrativos em que servidores(as) públicos(as) aposentados(as) e exonerados(as) postulam a conversão em pecúnia de licenças-prêmio não fruídas nem convertidas em tempo de serviço enquanto estavam em atividade;


considerando a jurisprudência consolidada sobre a matéria, condenando o Estado do Rio Grande do Sul ao pagamento de indenização referente à licença-prêmio não gozada nem convertida em tempo de serviço quando estava o(a) servidor(a) em atividade;


considerando os Pareceres nº 15.519/11, nº 16.233/14 e nº 16.478/15 da Procuradoria-Geral do Estado;


considerando a observância dos princípios constitucionais da moralidade, impessoalidade, economicidade e da eficiência;


considerando a necessidade de organização dos afastamentos por licença-prêmio;

considerando que a composição administrativa é a forma mais efetiva de solução dos conflitos; e

considerando a necessidade de programação das despesas do Estado,

D E C R E T A:

Art. 1º Fica regulamentada a fruição da Licença-Prêmio de que tratam a Lei nº 9.075, de 22 de maio de 1990, a Lei n° 6.672, de 22 de abril de 1974, e as Leis Complementares n° 10.098, de 3 de fevereiro de 1994, n° 11.742, de 17 de janeiro de 2002, n° 13.451, de 26 de abril de 2010, n° 13.452, de 26 de abril de 2010, e n° 13.453, de 26 de abril de 2010, no âmbito do Poder Executivo.

Art. 2º A licença-prêmio será preferencialmente usufruída no quinquênio subsequente ao da sua aquisição, no todo ou em parcelas não inferiores a um mês, mediante requerimento do interessado dirigido à chefia imediata, que deverá deferir ou não o pedido em até quinze dias.
       
      § 1º Antes que se complete novo período aquisitivo sem que tenha havido o gozo ou a conversão em tempo de serviço da licença-prêmio já adquirida, a Administração Pública Estadual notificará, quando cabível, o(a) servidor(a) para optar entre a fruição ou a conversão em tempo de serviço para avanços e adicionais.

       
       § 2º Por justificada necessidade do serviço, poderá o(a) servidor(a) ser convocado(a), pela Administração Superior do seu órgão, a interromper o gozo da licença-prêmio, sendo facultada a fruição do período remanescente em momento posterior, hipótese em que o gozo poderá ser em período inferior a trinta dias.

       
        § 3º A fruição do todo ou da última parcela ou do período remanescente de que trata o § 2º deste artigo, conforme o caso, deverá ser iniciada até o último dia útil do quinquênio ao qual se refere o “caput” deste artigo, exceto nas hipóteses de indeferimento do pedido previstas neste Decreto.

         
        § 4º O membro do Magistério em regência de classe e os servidores em exercício nas escolas estaduais deverão usufruir preferencialmente da licença-prêmio no mês de julho, exceto se houver justificada autorização diversa da chefia imediata.

       § 5º Os Coordenadores Regionais e os Diretores de Escola deverão programar os afastamentos dos professores e servidores para fruição de licença-prêmio para que não haja prejuízo à continuidade do serviço

       § 6º O(a) servidor(a) que, até a data da publicação do presente Decreto, possua licenças-prêmio adquiridas e não gozadas nem convertidas em tempo de serviço, deverá optar, quando for o caso, por convertê-las em tempo de serviço ou usufruí-las no decênio subsequente à publicação deste Decreto, preferencialmente um mês por ano, conforme autorização da chefia imediata.

Art. 3º A chefia imediata poderá, conforme justificativa em expediente administrativo próprio, indeferir o pedido de fruição da licença-prêmio por necessidade do serviço ou em razão do disposto no art. 153 da Lei Complementar n° 10.098/1994.


Art. 4º A conversão em pecúnia da licença-prêmio e da licença especial de que trata a Lei Complementar nº 10.990, de 18 de agosto de 1997, já adquirida e não usufruída nem convertida em tempo de serviço, fica autorizada para as situações de rompimento do vínculo funcional decorrentes de aposentadoria civil ou militar, exoneração ou falecimento.

     
      § 1º O(a) interessado(a) terá o prazo de cinco anos para requerer a conversão em pecúnia prevista no “caput” deste artigo a contar do ato de aposentadoria, da exoneração ou do falecimento, após o que se considerará prescrito o pedido com base no art. 1º do Decreto Federal nº 20.910, de 6 de janeiro de 1932.

      § 2º O protocolo do pedido será efetuado junto ao órgão de origem do(a) servidor(a), que o autuará em expediente administrativo próprio e verificará o preenchimento dos requisitos para a concessão da indenização.

       § 3º Concluindo-se pelo deferimento do pedido, o expediente administrativo será encaminhado à Procuradoria-Geral do Estado, que, em quinze dias úteis, informará acerca da existência de ação judicial referente à conversão em pecúnia de licença-prêmio ou licença especial não gozada.
       
       § 4º Em não havendo ação judicial movida pelo(a) requerente, segundo o informado pela Procuradoria-Geral do Estado, ou em sendo comprovada por certidão judicial a homologação da desistência da ação de conhecimento ou da renúncia ao título executivo, o órgão de origem encaminhará o expediente administrativo para pagamento junto à Secretaria da Fazenda.

       

       § 5º A indenização de que trata este artigo corresponderá ao total dos meses de licença não usufruídos e será calculada com base na última remuneração integral do(a) servidor(a) em atividade, excluídas as parcelas de caráter transitório ou eventual, sendo o montante atualizado pela Taxa Referencial até o efetivo pagamento, que ocorrerá em:
 
  I – seis parcelas mensais para os valores até R$ 6.000,00 ( seis mil reais);


  II – doze parcelas mensais, para as quantias de R$ 6.000,01 (seis mil reais e um centavo) a R$ 12.000,00 (doze mil reais);


  III – dezoito parcelas mensais, para as quantias de R$ 12.000,01 (doze mil reais e um centavo) a R$ 32.000,00 (trinta e dois mil reais);


  IV – trinta e seis parcelas mensais para os valores de R$ 32.000,01 (trinta e dois mil reais e um centavo) a R$ 95.000,00 (noventa e cinco mil reais); e


  V – sessenta parcelas mensais para as quantias acima de R$ 95.000,01 (noventa e cinco mil reais e um centavo).

         
        § 6º Não haverá incidência de contribuição previdenciária, da contribuição ao IPE-SAÚDE nem imposto de renda sobre os valores pagos.

       
        § 7º O pagamento da indenização de que trata este artigo constará do sistema Recursos Humanos no Estado do RS - RHE, registrando-se nos assentamentos funcionais referentes às licenças-prêmio ou às licenças especiais a informação da conversão em pecúnia.

         
        § 8º Em não fazendo o(a) servidor(a) jus à conversão em pecúnia, inclusive pela prescrição ou em razão da existência de ação judicial, exceto se comprovada por certidão judicial a homologação da desistência do processo de conhecimento ou da renúncia ao título executivo, o pedido será indeferido, dando o órgão de origem ciência ao interessado.


Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.


PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 12 de junho de 2015.

Decreto N.º 51.766, Aposentadoria Especial

postado em 7 de set de 2015 11:39 por Assers Digital

DECRETO N.º 51.766, DE 28 DE AGOSTO DE 2014.

(Acesse aqui em pdf)

Dispõe sobre a definição e a unificação de conceitos sobre as funções de magistério exercidas por professor(a) para a concessão da aposentadoria especial do magistério, nos termos do art. 40, § 4.º, incisos II e III da Constituição Federal

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 82, incisos V e VII, da Constituição do Estado, e

considerando a previsão legal de redução de idade e de tempo de contribuição para o(a) professor(a) que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio, conforme disposto no §5.º do art. 40 e no § 8.º do art. 201 da Constituição Federal;

considerando o inciso III do art. 2.º da Lei n.º 6.672, de 22 de abril de 1974, que define o(a) professor(a) como membro do magistério que exerce atividade docente;

considerando as determinações contidas nos arts. 12 e 13 da Lei Federal n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996;

considerando a decisão do Supremo Tribunal Federal, no julgamento da ADIN n.º 3772/2008, ao declarar que a função de magistério se estende para além da sala de aula, abrangendo também a preparação de aulas, a correção de provas, o atendimento aos pais e alunos, a direção, a coordenação e o assessoramento pedagógico, desde que exercidos em estabelecimentos de ensino básico, por professores(as) de carreira;

considerando o disposto no Parecer n.º 2, de 19 de janeiro de 2011, do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul e no Parecer n.º 14.991, de 7 de maio de 2009, da Procuradoria-Geral do Estado,

DECRETA:

Art. 1.º Ficam definidos e unificados os conceitos sobre as funções de magistério exercidas por professor(a) para a concessão da aposentadoria especial do magistério, nos termos do art. 40, § 4.º, incisos II e III da Constituição Federal, conforme segue:

I – Docência: é o trabalho metódico e intencional exercido por professores(as) junto aos(às) alunos(as) no sentido de alcançar a aprendizagem desenvolvidas em sala de aula e em ambientes planejados, definidos na Proposta Pedagógica do estabelecimento de ensino, disciplinado no Regimento Escolar, distribuído e devidamente regulamentado, em atividades de interação com o educando e em horas-atividades, assim definidas:

a) atividades curriculares para o desenvolvimento de ações pedagógicas de iniciação à pesquisa, de leitura e de produção textual, de esportes e de recreação, de direitos humanos, de aprendizagem de línguas estrangeiras, de educação ambiental e de desenvolvimento sustentável, de ciências humanas, de ciências físicas e biológicas, de saúde e qualidade de vida, de informática, de educação para a paz, de matemática, de arte e de cultura;

b) atividades curriculares, de caráter pedagógico, desenvolvidas nos laboratórios especializados existentes nos estabelecimentos de ensino;

c) atividades curriculares, de caráter pedagógico realizadas nas salas de recursos na educação especial em atendimento especializado;

d) atividades curriculares, de caráter pedagógico, desenvolvidas em salas de aula como professor(a) substituto(a) ou apoiador(a);

e) atividades de seminários de pesquisa, de avaliação institucional e de participação nos conselhos de classe;

f) atendimento sistemático, planejado e distribuído ao longo do período letivo, de atividades curriculares de caráter pedagógico, a turmas ou grupos de alunos(as) no espaço da biblioteca para a realização de leituras orientadas e horas do conto; e

g) cumprimento integral da hora-atividade.

II – Direção e Vice-Direção: constitui o desempenho das atribuições determinadas pelo art. 12 da Lei Federal n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e alterações, e pela Lei n.º 10.576, de 14 de novembro de 1995, e alterações;

III – Coordenação Pedagógica: exercida pelo(a) Coordenador(a) Pedagógico que deve integrar a Equipe Diretiva do estabelecimento de ensino no exercício das seguintes atividades:

a) planejar, organizar, articular, coordenar e/ou orientar os espaços de reuniões dos(as) profissionais para a elaboração do planejamento político-administrativo-pedagógico e da avaliação institucional do estabelecimento de ensino;

b) planejar, organizar, articular, coordenar e/ou orientar os espaços periódicos para reunião de professores(as) e os(as) outros(as) profissionais do estabelecimento de ensino, à formação continuada em serviço e à avaliação dos processos e resultados das aprendizagens dos(as) alunos(as);

c) acompanhar, orientar e assessorar o cumprimento do plano de trabalho de cada professor(a) do estabelecimento de ensino;

d) coordenar e/ou orientar a elaboração e o desenvolvimento das estratégias definidas para a recuperação dos(as) alunos(as) com baixo rendimento escolar;

e) coordenar e/ou orientar a elaboração e o desenvolvimento das estratégias definidas para a recuperação dos(as) alunos(as) em salas de recursos, laboratórios de aprendizagem ou em atividades curriculares com atendimento individualizado de alunos(as);

f) planejar, coordenar e orientar atividades extraclasse e de atendimento aos pais e alunos(as);

g) desempenhar atividades de coordenação de práticas pedagógicas e/ou supervisão de estágios curriculares;

h) contribuir e participar na distribuição do trabalho docente nas diferentes áreas do conhecimento, na elaboração do calendário letivo e do horário escolar semanal;

i) propor temas de estudos, palestras, cursos que qualifiquem e atualizem de forma permanente o trabalho docente dos(as) professores(as) do estabelecimento de ensino, apresentando alternativas de trabalho coletivo e individual;

j) propor projetos que contemplem os objetivos dos níveis de ensino, articulados com o Projeto Político Pedagógico da Escola;

k) promover, facilitar e estimular a integração entre o estabelecimento de ensino, a família e a comunidade escolar;

l) planejar estratégias para relações interpessoais positivas entre os diferentes atores da comunidade escolar, orientando os(as) profissionais do estabelecimento de ensino na execução efetiva dessas estratégias;

m) mediar conflitos que possam surgir no contexto escolar;

n) organizar e presidir conselhos de classe participativos no estabelecimento de ensino;

o) planejar e atuar na perspectiva da democratização do ensino; e

p) contribuir e participar das ações voltadas ao adequado funcionamento do estabelecimento de ensino nos seus diferentes aspectos;

IV – Assessoramento Pedagógico: constitui o desempenho das seguintes atribuições:

a) integrar a coordenação pedagógica, bem como cooperar com as atividades inerentes às funções descritas no inciso III do art. 1.º deste Decreto;

b) auxiliar nos deslocamentos dos(as) alunos(as) no estabelecimento de ensino e nas atividades extraclasse e extracurricular;

c) organizar e acompanhar os(as) alunos(as) em caso de permanência no estabelecimento de ensino, decorrente de regime de turno integral, de internato ou de semi-internato;

d) organizar e viabilizar o uso de material didático-pedagógico nas atividades curriculares e extracurriculares;

e) acompanhar alunos(as) na realização de atividades curriculares quando solicitado pela Equipe Diretiva;

f) assessorar o(a) professor(a) na sala de aula, quando solicitado;

g) colaborar e viabilizar o processo de inclusão, bem como auxiliar professores(as) e alunos(as) que necessitem de cuidados, conforme as especificidades apresentadas; e

h) contribuir com a Equipe Diretiva para o adequado funcionamento do estabelecimento de ensino nos seus diferentes aspectos.

§ 1.º A hora-atividade de que trata a alínea “g” do inciso I deste artigo é o período semanal remunerado do qual dispõe o(a) professor(a) para desenvolver atividades de elaboração do plano de trabalho para efetivar as aulas, as atividades relativas à avaliação do(a) aluno(a) – preparação de instrumentos para avaliação, análise e correção desses instrumentos – assim como do planejamento das estratégias de recuperação dos(as) alunos(as) com baixo rendimento escolar, regulamentada no Decreto n.º 49.448, de 8 de agosto de 2012.

§ 2.º As ações desenvolvidas no período referido no § 1.º deste artigo também envolvem a participação nos espaços dedicados ao planejamento docente, abrangendo as atividades didático-pedagógicas que serão desenvolvidas durante o período letivo, bem como participação nas reuniões técnico-pedagógicas, de avaliação individual e institucional, de acompanhamento de atividades extraclasse e de atendimento aos pais e alunos(as), inclusive aquelas desenvolvidas em decorrência da atuação em classes de unidocência nos termos do art. 5.º da Lei n.º 8.747, de 21 de novembro de 1988, e alterações.

§ 3.º As atividades descritas nas alíneas “a” a “f” do inciso I devem ser devidamente registradas pelo(a) professor(a) responsável e, obrigatoriamente, consideradas no processo de avaliação e a expressão dos resultados dos(as) alunos(as).

Art. 2.º Serão consideradas como exercício de funções de Docência para fins de aposentadoria especial, as atividades definidas nas alíneas “a” a “g” do inciso I do art. 1.º deste Decreto e que preencham, cumulativamente, os seguintes requisitos:

I estar em consonância com as normas educacionais e articuladas às políticas pedagógicas vigentes, entre elas, aquelas propostas e desenvolvidas pela Secretaria da Educação, mantenedora dos estabelecimentos de ensino que integram a rede pública estadual;

II – atender, em sua organização, as Diretrizes Curriculares Nacionais de cada etapa ou modalidade da educação básica para a qual foram planejadas;

III – contar com o acompanhamento da Direção, da Coordenação ou da Assessoria Pedagógica do estabelecimento de ensino, inclusive no que se refere à avaliação da(s) própria(s) atividade(s) na aprendizagem dos(as) alunos(as); e

IV – resultar de medidas adotadas pela escola para melhorar a aprendizagem dos(as) alunos(as) e integrar a avaliação coletiva referente aos avanços, as dificuldades e as necessidades dos(as) estudantes.

Art. 3.º As atividades curriculares dispostas nas alíneas “a” a “g” do inciso I do art. 1.º deste Decreto devem integrar, obrigatoriamente, o Projeto Político Pedagógico e Administrativo do estabelecimento de ensino, para contemplar o que segue:

I - os critérios utilizados para a definição dessas atividades os quais devem considerar, entre outros elementos, a relação com a(s) área(s) do conhecimento, com os resultados do Sistema Estadual de Avaliação Participativa do Estado do Rio Grande do Sul – SEAP/RS, com vista a superar as dificuldades de aprendizagem dos(as) alunos(as) constatadas no sistema de avaliação do estabelecimento de ensino;

II – o planejamento e o registro específico sobre o desenvolvimento das atividades, bem como a frequência dos(as) alunos(as);

III – os horários de funcionamento do estabelecimento de ensino, a carga horária destinada à atividade e as turmas e/ou grupos de alunos(as) a que se destina; e

IV – a avaliação e a aprovação do conselho escolar em ata específica e, posteriormente, homologada pela Coordenadoria Regional de Educação – CRE.

Parágrafo único. As atividades curriculares de que trata o “caput” deste artigo, ao passarem a integrar o Projeto Político Pedagógico e Administrativo, deverão:

I – ser de caráter obrigatório para a escola e para os(as) alunos(as), quando compuserem o total de horas letivas definidas ou ampliadas para o curso e ofertada a todos os(as) estudantes do estabelecimento de ensino; e

II – ser de caráter obrigatório para a escola e optativo aos(às) alunos(as), quando a carga horária da atividade extrapolar àquela definida para o curso e for ofertada a turmas e/ou grupos, e não envolver o conjunto de estudantes do estabelecimento de ensino.

Art. 4.º Compete à Direção de cada estabelecimento de ensino onde o(a) professor(a) desempenhou suas atividades, atestar as funções de magistério para fins de aposentadoria especial, com base nos documentos comprobatórios do exercício destas funções.

Parágrafo único. O atestado a que se refere o “caput” deste artigo deve indicar os períodos, discriminar as atividades exercidas pelos(as) professores(as), com base no modelo que consta no Anexo Único e nas determinações do art. 1.º deste Decreto.

Art. 5.º Compete à Coordenadoria Regional de Educação ou, excepcionalmente à Secretaria da Educação – SEDUC, analisar o atestado encaminhado pela Direção e certificar se atende os conceitos presentes no art. 1.º com os critérios contidos nos arts. 2.º e 3.º deste Decreto.

§ 1.º Com base na análise referida no “caput” deste artigo, será formulada a certidão das atividades exercidas pelo(a) professor(a), especificando-as e caracterizando-as como funções de Docência, de Direção, de Coordenação Pedagógica ou de Assessoramento Pedagógico, declarando enquadramento ao disposto no § 5.º do art. 40 da Constituição Federal.

§ 2.º A certificação prevista no caputdeste artigo deve estar em consonância com o disposto neste Decreto, contendo informações sobre:

I – o Sistema de Ensino, Estadual ou Municipal, ao qual o estabelecimento de ensino está integrado; e

II – o Regime Previdenciário, geral ou próprio, ao qual o(a) professor(a) está vinculado(a).

Art. 6.º O modelo para a elaboração do atestado previsto no art. 4.º deste Decreto constitui o Anexo Único deste Decreto.

Art. 7.º O Expediente Administrativo, devidamente instruído com a certificação emitida pela CRE, ou excepcionalmente pela Secretaria da Educação, será encaminhado à Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos, para análise.

Art. 8.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 28 de agosto de 2014.

Projeto de Lei prevê aposentadoria especial para especialistas de educação

postado em 22 de jul de 2014 05:59 por Assers Digital   [ 22 de jul de 2014 06:08 atualizado‎(s)‎ ]

Assers
Link para acompanhamento do Projeto na Câmara dos Deputados:
PL 7813/2014 - Projeto de Lei (clique para abrir)

O projeto para aposentadoria já está tramitando no Congresso Nacional!
Foi feito contato com deputados, conversamos, explicamos, mandamos texto,justificativa. O deputado Onofre Santo Agostini (SC), 'comprou' a ideia e apresentou o projeto.
Boa sorte para todos nós!


O deputado e vice-líder do PSD, Onofre Santo Agostini (SC), apresentou Projeto de Lei 7.813/14 que garante aposentadoria especial para profissionais que ocupam cargos relacionados à área da educação nesta quarta-feira (16). Atualmente, apenas professores de sala de aula podem requerer tal benefício de acordo com a Constituição Federal.
O projeto visa a alterar o artigo 67 da Lei 9.394/96, que trata das Diretrizes e Bases da Educação.

> Notícia da Assessoria de Comunicação do PSD sobre o Projeto de Lei: http://wp.me/p4bhT4-7Z1

> Íntegra da Proposição: http://goo.gl/6nSYDg

> Link para acompanhamento: http://goo.gl/jQn7lN
ou http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=620385

> Resumo no momento da redação desta nota:

      PL 7813/2014

Projeto de Lei

Situação:


Apensado ao PL 1882/2011

Identificação da Proposição




AutorApresentação

Onofre Santo Agostini - PSD/SC16/07/2014

Ementa

Acrescenta parágrafos ao art. 67 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e dá outras providências, para dispor sobre a aposentadoria especial do especialista em educação.




Informações de Tramitação

Forma de apreciaçãoRegime de tramitação

Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões - Art. 24 II
Ordinária

Despacho atual:

DataDespacho

18/07/2014Apense-se ao PL-1882/2011. Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões - Art. 24 II. Regime de Tramitação: Ordinária




Documentos Anexos e Referenciados

AvulsosLegislação CitadaMensagens, Ofícios e Requerimentos  (0)



Destaques (0)Histórico de Pareceres, Substitutivos e Votos (0)Relatório de conferência de assinaturas



Emendas (0)Recursos (0)


Histórico de despachos (2)Redação Final





Tramitação




Data
Andamento

16/07/2014PLENÁRIO (PLEN)

Apresentação do Projeto de Lei n. 7813/2014, pelo Deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), que: "Acrescenta parágrafos ao art. 67 da Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e dá outras providências, para dispor sobre a aposentadoria especial do especialista em educação".




18/07/2014Mesa Diretora da Câmara dos Deputados (MESA)

Apense-se ao PL-1882/2011. Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões - Art. 24 II. Regime de Tramitação: Ordinária




Apense-se ao PL-1882/2011. Proposição Sujeita à Apreciação Conclusiva pelas Comissões - Art. 24 II. Regime de Tramitação: Ordinária








Cartilha pela Aposentadoria para Especialistas em Educação

postado em 16 de mar de 2014 19:07 por Assers Digital   [ 2 de jun de 2014 10:22 atualizado‎(s)‎ ]

Cartilha pela Aposentadoria Especial
Foi concretizada a criação de uma cartilha sobre a luta pela aposentadoria especial também para os especialistas de educação. Esta cartilha esclarecedora será distribuída pelo correio. Ao receberem, por gentileza, leiam com bastante atenção e compartilhem esta ideia.

A cartilha já pode ser vista agora:

- Clique aqui para ver ou baixar o arquivo em PDF

- Ou aqui para ver a cartilha on-line.


AIERGS, AOERGS, ASSERS e CPERS juntos nesta luta.

Lei 13.990 de 15 de maio de 2012 - sobre a gestão democrática nas escolas

postado em 23 de out de 2012 05:59 por Assers Digital   [ 23 de out de 2012 06:00 atualizado‎(s)‎ ]

Veja a integra da Lei abaixo, ou em arquivo 'PDF' clicando aqui.  

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Gabinete de Consultoria Legislativa

LEI N.º 13.990, DE 15 DE MAIO DE 2012. (publicada no DOE nº 094, de 16 de maio de 2012) Introduz modificações na Lei n.º 10.576, de 14 de novembro de 1995, que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembleia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:

Art. 1º Na Lei n.º 10.576, de 14 de novembro de 1995, e alterações, que dispõe sobre a Gestão Democrática do Ensino Público e dá outras providências, ficam introduzidas as seguintes modificações:

I - o art. 4º passa a ter a seguinte redação:

“Art. 4º A administração dos estabelecimentos de ensino será exercida pelos seguintes órgãos:

I - Equipe Diretiva – ED – integrada pelo Diretor, pelo Vice-Diretor e pelo Coordenador Pedagógico; e

II - Conselho Escolar.”;

II - o “caput” do art. 5.º e seu inciso I passam a ter nova redação, conforme segue:

“Art. 5º A autonomia da gestão administrativa, financeira e pedagógica dos

estabelecimentos de ensino será assegurada:

I - pela indicação do Diretor e do(s) Vice-Diretor(es), mediante votação direta da comunidade escolar;

................................”;

III - o art. 6º passa a ter a seguinte redação:

“Art. 6º A administração do estabelecimento de ensino será exercida por uma Equipe Diretiva – ED – integrada pelo Diretor, pelo Vice-Diretor e pelo Coordenador Pedagógico que deverá atuar de forma integrada e em consonância com as deliberações do Conselho Escolar.”;

IV - o “caput” do art. 7.º passa a ser o que segue:

“Art. 7º Os Diretores e os Vice-Diretores das escolas públicas estaduais serão indicados pela comunidade escolar de cada estabelecimento de ensino, mediante votação direta por meio de chapa. ................................”; http://www.al.rs.gov.br/legis

V - o inciso X do art. 8.º passa a ter nova redação, acrescentando-se o inciso XV como segue:

“Art. 8º .................... ...................................

X - realizar, anualmente, os procedimentos do Sistema Estadual de Avaliação e

apresentar seus resultados, juntamente com aqueles decorrentes da avaliação externa e interna, ao Conselho Escolar, bem como as propostas que visem à melhoria da qualidade do ensino e ao alcance das metas estabelecidas;

XV - coordenar os procedimentos referentes ao recebimento, execução, prestação de contas e aplicação dos recursos financeiros transferidos às escolas por órgãos federais, estaduais, municipais ou doações para a manutenção e o desenvolvimento do ensino, nos temos do art. 41 desta Lei.”;

VI - o art. 9.º passa a ter a seguinte redação:

“Art. 9º O período de administração do Diretor e do Vice-Diretor corresponde a

mandato de três anos, permitida uma recondução sucessiva.

§ 1º A posse do Diretor e do Vice-Diretor ocorrerá ao final do ano letivo, em data a ser marcada pela Secretaria da Educação.

§ 2º A frequência, antes da posse, do Diretor e do Vice-Diretor escolhidos a curso de gestão escolar de, no mínimo quarenta horas, promovido pela Secretaria da Educação do Estado, é considerada parte do processo de indicação da direção da escola.”;

VII - o “caput” do art. 10 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 10. A vacância da função de Diretor ou de Vice-Diretor ocorrerá por conclusão da gestão, renúncia, destituição, aposentadoria ou morte. .................................”;

VIII - o “caput” do art. 11 passa a ter nova redação, conforme segue:

“Art. 11. Ocorrendo a vacância da função de Diretor, excetuada a hipótese prevista no art. 12, iniciar-se-á o processo de nova indicação, conforme o previsto nos arts. 22, 23 e 24 desta Lei, no prazo máximo de dez dias letivos.

.................................”;

IX - o “caput” do art. 13 passa a ter nova redação, conforme segue:

“Art. 13. A destituição do Diretor ou do Vice-Diretor indicados somente poderá ocorrer motivadamente: .................................”;

X - o “caput” do art. 15 passa a ter a seguinte redação, acrescentando o § 3.º com o seguinte teor: http://www.al.rs.gov.br/legis 2

“Art. 15. O Vice-Diretor do estabelecimento de ensino será escolhido juntamente com o Diretor dentre os membros do Magistério e servidores, em exercício no estabelecimento de ensino, conforme requisitos dos incisos I e II do art. 20 e seus parágrafos, podendo ser designado seu substituto legal, assumindo a função sob o compromisso de, em seis meses, frequentar curso

de qualificação para Diretores. ...................................

§ 3º Ocorrendo vacância do(s) Vice-Diretor(es), o(s) sucessor(es) será(ão) indicado(s) pelo Diretor da Escola para completar o mandato.”;

XI - o título da Seção III do Capítulo I do Título I passa a ser o que segue:

“TÍTULO I DA GESTÃO DEMOCRÁTICA DO ENSINO PÚBLICO

..........................................

CAPÍTULO I

DA AUTONOMIA NA GESTÃO ADMINISTRATIVA

..........................................

Seção III

Do Processo de Indicação de Diretores e de Vice-Diretores

..............................................”;

XII - o art. 19 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 19. O processo de indicação de Diretores e de Vice-Diretores de estabelecimentos de ensino público estaduais será feito mediante votação direta pela comunidade escolar e participação em curso de qualificação para a função.”;

XIII - o art. 20 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 20. Poderá concorrer à função de Diretor ou de Vice-Diretor(es) todo membro do Magistério Público Estadual ou servidor, em exercício no estabelecimento de ensino, devendo integrar uma chapa e preencher os seguintes requisitos:

I - possuir curso superior na área de Educação;

II - ser estável no serviço público estadual;

III - concordar expressamente com a sua candidatura;

IV - ter, no mínimo, três anos de efetivo exercício no Magistério Público Estadual ou no serviço público estadual;

V - comprometer-se a frequentar curso para qualificação do exercício da função que vier a ser convocado após indicado;

VI - apresentar plano de ação para implementação na comunidade, abordando, no mínimo, os aspectos administrativos, financeiros e pedagógicos da escola;

VII - estar em dia com as obrigações eleitorais;

VIII - não estar, nos cinco anos anteriores à data do registro da chapa, sofrendo efeitos de sentença penal condenatória; http://www.al.rs.gov.br/legis 3

IX - não ter sido condenado em processo disciplinar administrativo em órgão integrante da Administração Pública Direta ou Indireta, nos cinco anos anteriores à data do registro da chapa;

X - não estar concorrendo a um terceiro mandato consecutivo na mesma ou em outra unidade escolar; e

XI - não ocupar cargo eletivo regido pela Justiça Eleitoral, em qualquer nível.

§ 1º Nas escolas com trinta ou mais integrantes no segmento magistério-servidores, a chapa referida no ‘caput’ deste artigo deverá ter o apoio expresso de, no mínimo, dez membros da comunidade escolar, sendo cinco do segmento magistério-servidores e cinco do segmento pais-alunos, vedado o apoio a mais de uma chapa.

§ 2º Com relação ao pleito de 2012, excepcionalmente, o requisito estipulado no inciso X deste artigo não se aplica aos Diretores e Vice-Diretores no exercício dessa função quando da publicação desta Lei.

§ 3º Nas escolas de ensino fundamental até o quinto ano ou equivalente e de educação infantil, poderá concorrer o membro do Magistério Público Estadual e/ou servidor habilitado em nível médio - modalidade Normal.

§ 4º Nas escolas técnicas estaduais, não havendo candidatos habilitados, será facultada a indicação de membro do Magistério Público Estadual e/ou servidor, em exercício na mesma, que comprove titulação mínima específica de técnico, correspondente à terminalidade do respectivo estabelecimento de ensino.

§ 5º Nenhum candidato poderá concorrer, simultaneamente, em mais de uma chapa e em mais de um estabelecimento de ensino.”;

XIV - o § 4.º do art. 22 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 22. ........................ .......................................

§ 4º Se, ainda assim, não for atingido o percentual mínimo, a Secretaria da Educação designará Diretor e Vice-Diretor(es) aqueles que, em exercício na escola, apresentarem maior titulação na área da educação. ......................................”;

XV - o art. 24 passa a ter nova redação, conforme segue:

“Art. 24. Serão considerados indicados os candidatos da chapa que obtiverem 50% (cinquenta por cento) mais um dos votos válidos, não computados os votos brancos e nulos.

§ 1º Na hipótese de haver mais de duas chapas e nenhuma alcançar o percentual de votos previstos no ‘caput’ deste artigo, far-se-á nova votação em segundo turno, até quinze dias após a proclamação do resultado.

http://www.al.rs.gov.br/legis 4

§ 2º Se no resultado do primeiro turno permanecer em segundo lugar mais de uma chapa com a mesma votação, qualificar-se-á ao segundo turno a chapa cujo candidato a Diretor tenha mais idade.

§ 3º Na definição do resultado final, será respeitada a proporcionalidade de 50% (cinquenta por cento) dos votos para o segmento pais-alunos e de 50% (cinquenta por cento) para o segmento magistério-servidores.”;

XVI - no art. 25, o § 4.º passa a ter a seguinte redação:

“Art. 25. ......................... ........................................

§ 4° Somente poderão compor a Comissão Eleitoral, como representantes de seu segmento, alunos com idade mínima de quatorze anos completos, ou aqueles matriculados a partir do quinto ano ou equivalente.

.......................................”;

XVII - o “caput” do art. 28 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 28. A comunidade escolar, com direito a votar, de acordo com o art. 21 desta Lei, será convocada pela para, na segunda quinzena de novembro, proceder-se à indicação. .......................................”;

XVIII - no art. 28, a alínea “a” do § 1.º passa a ter a seguinte redação:

“Art. 28. .......................

§ 1º ............................

a) pré-requisitos e prazos para inscrição, homologação e divulgação dos candidatos da chapa; ...................................”;

XIX - no art. 29, o “caput” e o § 1.º passam a ter nova redação, e ficam acrescidos os incisos V e VI, conforme segue:

“Art. 29. Os candidatos a Diretor e Vice-Diretor deverão entregar à Comissão Eleitoral, até quinze dias após a publicação do edital, juntamente com o pedido de inscrição: .....................................

V - comprovante de regularidade eleitoral; e

VI - declaração de que não sofre os efeitos de sanção penal condenatória nem de processo disciplinar administrativo em órgão da Administração Pública Direta ou Indireta nos últimos cinco anos, bem como que não concorre a um terceiro mandato consecutivo.

§ 1º Os candidatos a Diretor e a Vice-Diretor deverão entregar à Comissão Eleitoral, no ato de sua inscrição, o plano de ação visando à melhoria da qualidade do desempenho escolar.

..................................”; http://www.al.rs.gov.br/legis 5

XX - o art. 32 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 32. A Comissão Eleitoral credenciará até três fiscais, por chapa, para acompanhar o processo de votação, escrutínio e divulgação dos resultados.”;

XXI - o § 1.º do art. 37 passa a ser único, com a redação a seguir:

“Art. 37. ....................

Parágrafo único. Será encaminhado à Secretaria da Educação, juntamente com os resultados da indicação, o Plano Integrado da Escola e o compromisso do Diretor e do(s) Vice-Diretor(es) indicados de implementá-lo.”;

XXII - o art. 38 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 38. Se a escola não realizar o processo de indicação por falta de candidatos, serão designados Diretor e Vice-Diretor os membros do Magistério ou servidores, estáveis e em exercício na escola, que possuírem maior titulação na área educacional, os quais deverão, em até seis meses, frequentar curso de qualificação para a função.”;

XXIII - o art. 39 passa a ter a redação a seguir:

“Art. 39. O processo de indicação do Diretor e do Vice-Diretor nos estabelecimentos de ensino estaduais, criados após a publicação desta Lei, será iniciado no prazo de noventa dias, contados da publicação do ato de autorização de funcionamento.

Parágrafo único. Enquanto não assumirem o Diretor e o(s) Vice-Diretor(es) indicados, nos termos desta Lei, será designado para dirigir a escola membro do Magistério ou servidor, estável, em exercício no estabelecimento de ensino, que possuir maior titulação na área da Educação e que aceite a indicação.”;

XXIV - o art. 41 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 41. Os Conselhos Escolares, resguardados os princípios constitucionais, as

normas legais e as diretrizes da Secretaria da Educação, terão funções consultiva, deliberativa, executora e fiscalizadora nas questões pedagógico-administrativo-financeiras.

Parágrafo único. Os Conselhos Escolares, entes sem fins lucrativos e devidamente inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, constituirão as Unidades Executoras das escolas da rede pública estadual do Rio Grande do Sul responsáveis pelo recebimento, execução, prestação de contas e aplicação dos recursos financeiros transferidos às escolas por órgãos federais, estaduais, municipais ou doações para a manutenção e o desenvolvimento do ensino.”;

XXV - o art. 59 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 59. O mandato de cada membro de Conselho Escolar terá a duração de três anos, sendo permitida apenas uma recondução sucessiva.”;

http://www.al.rs.gov.br/legis 6

XXVI - o “caput” do art. 66 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 66. Fica instituído, na forma desta Lei, o suprimento mensal de recursos

financeiros às escolas da rede pública estadual de ensino e às Coordenadorias Regionais de Educação para custear as suas despesas de manutenção, desenvolvimento e qualificação do ensino.

........................................”;

XXVII - o inciso II do art. 67 passa a ter nova redação, conforme segue:

“Art. 67. ..................................................................

II - a aquisição de móveis e equipamentos, material didático-pedagógico e

administrativo; e ........................................”;

XXVIII- o art. 74 passa a ter a seguinte redação:

“Art. 74. Sem prejuízo das responsabilidades penais, civis e administrativas cabíveis, perderá a função o Diretor de escola ou Coordenador Regional de Educação que não prestar contas ou aplicar irregularmente os recursos recebidos, inclusive os previstos no art. 41 desta Lei.”;

XXIX - fica acrescido o art. 112, com a seguinte redação:

“Art. 112. Aplica-se ao processo de eleição de Diretores, Vice-Diretores e Conselho Escolar, no que couber, as disposições do Código Eleitoral (Lei Federal n.º 4.737, de 15 de julho de 1965, e alterações posteriores) especialmente os arts. 296, 297, 299, 300, 301, 302, 307, 308, 309, 312, 315, 323, 324, 325, 326, 332, 334, 348, 349, 350 e 354 desse diploma legal.”.

Art. 2.º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

 

PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 15 de maio de 2012.

 

Determinações da SEC sobre a participação em eventos

postado em 10 de mai de 2011 07:30 por Assers Digital   [ 12 de mai de 2011 12:39 atualizado‎(s)‎ ]

   ORDEM DE SERVIÇO 02/2011  
Sobre a participação de professores e servidores da educação em eventos educacionais, culturais e/ou de temas gerais de interesse da sociedade civil.
ORDEM DE SERVIÇO 02/2011

O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 90, incisos I e II da Constituição do Estado, artigo 15, inciso III do Decreto 47.715/2010 e, considerando que:
- a participação em eventos educacionais, culturais e/ou de temas gerais de interesse da sociedade civil contribui para a qualifi cação de professores e servidores da educação, encontra amparo na Constituição Federal e na legislação deste ente federado.
- é necessário estabelecer critérios objetivos para a concessão de autorização para os membros do magistério e servidores participarem de atividades de capacitação profi ssional, mediante autorização de afastamento, de forma a estabelecer tratamento isonômico;
- deve ser assegurado o interesse público, especialmente dos alunos, mediante a garantia do cumprimento dos 200 dias letivos e 800 horas mínimos anual;
- o afastamento dos membros do magistério e servidores que participarem de eventos, seja de cunho educacional ou sindical, respeitadas às normas legais vigentes, em especial as emanadas do Parecer nº. 14483/2006 da Procuradoria-Geral do Estado, devem ocorrer mediante planejamento da escola a fim de garantir a normalidade das atividades pedagógicas previstas para o ano letivo;
- o membro do magistério autorizado ao afastamento deve comprovar a participação efetiva na atividade prevista;
- o planejamento coletivo pressupõe o atendimento presencial de professor junto aos alunos, sem interrupção dos programas de estudos e disciplinas;
- o registro da efetividade deve expressar a realidade do trabalho desenvolvido pelo membro do magistério e servidor dentro do seu regime de trabalho;

DETERMINA:
Art. 1º Fica assegurado aos membros do magistério e servidores da rede estadual de ensino o direito ao afastamento do exercício de suas atribuições para participarem de eventos educacionais ou sindicais, mediante previa autorização do Diretor da Escola ou do titular da Secretaria de Estado da Educação, desde que não haja prejuízo às atividades de ensino;
Parágrafo Único. A possibilidade de afastamento prevista no caput depende de prévia autorização da autoridade competente imediata, assegurada a manutenção das atividades de ensino previstas para o cumprimento do ano letivo.

Art. 2º O pedido de afastamento do membro do magistério ou servidor de escola para participar de eventos educacionais ou sindicais fora dos limites territoriais do Estado do Rio Grande do Sul, acompanhado das informações relativas ao evento, deve ser protocolado na respectiva Coordenadoria Regional de Educação pelo interessado, constando a concordância da direção do estabelecimento de ensino.
§ 1º A Coordenação da CRE deve instruir expediente administrativo, com a documentação respectiva, e remeter, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da realização do evento, para deliberação do Secretário de Estado da Educação.
§ 2º O membro do magistério que estiver desempenhando suas funções na Coordenadoria Regional de Educação ou na Secretaria Estadual de Educação deve encaminhar a solicitação de que trata o caput à chefi a imediata que encaminhará à deliberação do Secretário de Estado da Educação.

Art. 3º Será autorizado afastamento de membros do magistério e servidores nas seguintes situações:
I - para participação em eventos educacionais que tratam de temas relacionados diretamente com a respectiva habilitação, as funções e/ou atribuições desenvolvidas;
II - para participação em eventos educacionais de caráter geral e/ou de interesse coletivo;
III - para participação em atividades de caráter sindical, nos termos do artigo 64, XVI da Lei Complementar 10.098/94 e das orientações jurídico-normativas emanadas da Procuradoria-Geral do Estado.

Art. 4º Na liberação para participação em eventos educacionais previstos nos incisos I e II do Art. 3º serão priorizados aqueles promovidos ou apoiados pela Secretaria de Estado da Educação ou pelas Coordenadorias Regionais de Educação, bem como os promovidos por instituições de ensino superior de reconhecida atuação na área educacional, por Secretarias Municipais de Educação ou por entidades representativas dos segmentos profi ssionais do magistério e dos servidores públicos estaduais.

Art. 5º A liberação dos membros do magistério e/ou servidores para participarem de eventos educacionais previstos nos incisos I e II do Art. 3º desta Ordem de Serviço, deve possibilitar iguais oportunidades de participação, respeitada a isonomia e a eqüidade de tratamento.

Art. 6º O planejamento coletivo da escola deve prever o atendimento presencial aos alunos por parte de outro professor, evitando a interrupção do cumprimento do Plano de Estudos e de forma a suprir a(s) ausência(s) do(s) professor/professores liberados para participar dos eventos descritos no artigo 1º dessa Ordem de Serviço.

Art. 7º Deferido o pedido de afastamento, a direção da escola deve informar por escrito à Coordenadoria Regional de Educação a listagem com o nome dos professores e/ou servidores liberados, bem como o evento do qual participam, além das providências tomadas para assegurar o funcionamento regular das atividades de ensino.
Parágrafo Único. É de responsabilidade dos diretores de escola e das chefias imediatas dos órgãos e setores da educação do Estado, o registro de ausência no livro-ponto, ou no instrumento de registro de efetividade, dos membros do magistério e/ou servidores que se afastarem de suas funções, sem a autorização de que trata esta Ordem de Serviço, ou que não comprovem a participação no evento.

Art. 8º Esta Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, em especial a Ordem de Serviço nº. 03/2008.

Codigo: 797353

Obrigatoriedade da Educação Infantil a partir dos 4 anos de idade é a solução para o ensino no Brasil?

postado em 9 de mai de 2011 14:29 por Assers Digital

  Artigo de Patrícia Collat Bento Feijó  

Obrigatoriedade da Educação Infantil a partir dos 4 anos de idade é a solução para o ensino no Brasil? 
Resolve o problema de milhares de crianças que, abandonadas ou descuidadas pelos pais, perambulam pelas ruas das cidades ou que estão em vulnerabilidade social? Pode melhorar a qualidade do ensino como um todo ou o nível de aprendizagem de nossos alunos?




Resolução CNE nº 1, de janeiro de 2010

O Conselho Nacional de Educação, através de sua Câmara de Educação Básica, editou, recentemente, a Resolução nº 1, de 14 de janeiro de 2010, que “Define Diretrizes Operacionais para a implantação do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos”.

Da referida normativa, destacam-se as seguintes regulamentações:

- para ingresso no primeiro ano do Ensino Fundamental, a criança deverá ter 6(seis) anos completos até 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula;

- as crianças que completarem 6 (seis) anos de idade após 31 de março deverão ser matriculadas na Pré-Escola;

- cada sistema de ensino deverá definir providências complementares às normas contidas na Resolução, em relação às crianças matriculadas no Ensino Fundamental de 8 (oito) anos ou de 9 (nove) anos no período de transição definido pela Lei Federal nº 11.274/2006;

- as escolas de Ensino Fundamental e seus respectivos sistemas de ensino que matricularam crianças que completaram 6 (seis) anos de idade após a data em que se iniciou o ano letivo deverão, em caráter excepcional, dar prosseguimento ao percurso educacional dessas crianças, adotando medidas especiais de acompanhamento e avaliação do seu desenvolvimento global;

- as crianças de 5 (cinco) anos de idade, independentemente do mês do seu aniversário, que no seu percurso educacional estiveram matriculadas e frequentaram por mais de 2 (dois) anos a Pré-Escola, poderão, em caráter excepcional, no ano de 2010, prosseguir no seu percurso para o Ensino Fundamental.

Além da Resolução, o Conselho Nacional de Educação também editou o Parecer CNE/CEB nº 22/09, homologado pelo Ministro da Educação e publicado no Diário Oficial da União, no dia 11/01/2010.

Patrícia Collat Bento Feijó
patifeijo@gmail.com

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